Texto que subsidiará o estudo do filme Meu jantar com André





Em Meu jantar com André (louis Malle, 1982) há um diálogo final que ilustra novamente a proximidade do êxtase sexual com a morte. André e Wally são dois amigos que conversam num restaurante e, a certa altura da conversa, Wally acha que ficar cara a cara com outra pessoa é algo de assus- tador. André responde que, de fato, há boas razões para isso, o ser humano é uma criatura complexa e perigosa... A questão é que, diz ele, quanto mais perto você chega do outro, mais misterioso e inacessível torna-se esse outro. Mas é preciso estender-lhe a mão, lidar com essa pessoa, você sabe que está se relacionando com um fantasma... Porque todos somos fantasmas, diz ele. E Wally: “Aceitar que se está sozinho é aceitar a morte...” Ao que responde André: “No sexo há um momento de esquecimento total. No momento se- guinte, se começa a pensar... Temos medo de ficar naquele esquecimento porque é perto da morte... você não sabe o que o momento seguinte lhe traria, até que aproxima-se a percepção da Morte... Por isso as pessoas têm casos, é preciso ter algo nas mãos. A sensação é boa mas passa rápido... E, de novo, você não sabe bem o que deve fazer a seguir... Às vezes você se sente num terreno firme, mas não há a coisa – a esposa, o marido, o filho – ali.
Ciro Marcondes Filho




meu-jantar-com-andre-1981-de-louis-malle.html

Cineasta pouco assistido pelas novas gerações e, entretanto, um dos grandes nomes do cinema francês contemporâneo, Louis Malle nos legou uma série de filmes incríveis. Sua filmografia não possui um padrão estilístico muito definido, como encontramos em Alfred Hitchcock, Ingmar Bergman, François Truffaut e outros. Cada filme constitui um universo próprio, a tal ponto que “Zazie no Metrô” (“Zazie Dans le Métro”, 1960) e “Trinta Anos Esta Noite” (“Le Feu Follet”, 1963) não parecem ter sido concebidos por um mesmo artista, tamanha é a discrepância de propostas. Isso apenas na fase francesa. Na década de 1970, seguindo a tendência de muitos outros realizadores em diversos tempos, muda-se para os EUA, lançando “Lua Negra” (“Black Moon”, 1975), um de seus filmes mais complexos, pela profusão de simbolismos e estética surrealista. E prossegue apresentando obras interessantíssimas e marcadamente autorais, diferentemente de muitos europeus ou asiáticos que se radicam na América. Sua obra possui regularidade, o que poucos alcançam. E uma regularidade em alto nível.
“Meu jantar com André” (“My Dinner With Andre”, 1981) é o quarto filme de Malle em solo estadunidense. Estrela Wallace Shawn e Andre Gregory, interpretando... a si mesmos! Eles assinam também o roteiro. Antes de entrar no mérito do que o filme aborda, vale fazer uma breve digressão sobre esses dois artistas e seu trabalho. 
Gregory era um dramaturgo famoso, que escreveu seu maior volume de peças nas décadas de 60 e 70. Tornou-se um nome respeitado a partir de “The Manhattan Project” (1968), e chegou a dirigir a primeira peça escrita por Shawn, “Our Late Night”, em 1975. Logo após, inesperadamente, decidiu abandonar o mundo dos palcos, partindo em exílio voluntário para a Polônia a fim de encontrar o grande dramaturgo Jerzy Grotowski, onde teve experiências teatrais experimentais e sinestésicas curiosíssimas, seguindo depois para a Escócia, onde participou de uma comunidade espiritual. É em seu retorno que aceita integrar o elenco parelho do filme de Malle, começo de uma carreira como ator de cinema. 
Shawn era já um dramaturgo e ator cinematográfico (fizera uma participação em outro filme de Malle, “Atlantic City”, e em “Manhattan”, de Woody Allen, dentre outros pequenos papéis). Mas era como dramaturgo que já construía uma carreira mais consistente. Suas peças alinhavam-se ao chamado Teatro do Absurdo, movimento surgido no pós-guerra por influência da Filosofia do Absurdo (ou Absurdismo) de Albert Camus (v. “O Mito de Sísifo”), uma forma de pensar tipicamente existencialista. O pontapé inicial da transposição desse viés para o Teatro fora dado por Samuel Beckett em sua peça de 1952, “Esperando Godot”, que veio a influenciar Shawn diretamente.
O cunho das peças absurdistas é eminentemente tragicômico. Aborda-se o absurdo da inexistência de sentido no mundo e na vida humana, a angústia da liberdade, a suspeita de estar sendo governado por forças invisíveis erigidas a partir das estruturas de poder etc, e um tom cômico é inserido em meio a esse turbilhão nauseante da mente, como uma resistência final à contemplação do Nada, à epifania do Vazio.
Assim sendo, “Meu jantar com André” é quase que um documentário; só não chega a sê-lo por inteiro pois os diálogos foram criados e ensaiados exaustivamente antes. Os personagens, nada distintos de quem os atores são na vida real, combinam de se encontrar em um restaurante de sua cidade, Nova Iorque, após alguns anos sem contato. Suas esposas, quando mencionadas, também são as reais. “Wally” está em uma fase difícil, não conseguindo quem produza suas peças e, portanto, com a cabeça anuviada pelas contas a pagar; Andre, por sua vez, é um homem transformado pelas experiências e tem muitas reflexões e lições a transmitir. É pelo ponto de vista de Wally que somos convidados a encarar toda a situação. Com efeito, ele é o narrador e o único a aparecer sozinho nas duas isoladas e breves sequências fora do jantar. Como uma conversa que parece saída do romance “A Naúsea”, de Jean-Paul Sartre, operar-se-á um contraste entre um ato dos mais ordinários nos grandes centros urbanos contemporâneos – o de jantar em um restaurante – e a feição que o diálogo dos personagens assume, distante do início ao fim ao comum, ao que qualquer outra pessoa embotada pelo transe anestésico da irreflexão conversaria. As ideias postas em pauta impressionam por sua atualidade, motivo principal que me levou a escrever esse texto. Mas esteja atento. Toda concentração é pouca. As falas são dinâmicas, aceleradas, e encadeiam insights poderosos, demandando uma atenção extraordinária – como faria Bernt Amadeus Capra em “Ponto de Mutação” (“Mindwalk”, 1990). 


A certa altura, Andre comenta sobre uma proposta teatral que presenciou na Polônia, chamada “colméia de abelha”, onde 100 pessoas ficam confinadas em uma sala e tem de interagir umas com as outras como a interpretar papéis, exceto que toda espontaneidade de que se utilizem é ao mesmo tempo um ato do personagem e um ato da própria pessoa. Ator e personagem se confundem num mesmo ente. A composição do personagem, quando o ator tenta pensar como ele para melhor desenvolvê-lo e agregar-lhe complexidade, torna-se o que agrega a si mesmo enquanto pessoa. Este relato me parece bastante significativo na narrativa, pois metaforiza a própria relação entre os dois, num belo traquejo metalinguístico. 
O filme é montado de forma bem simples, com economia de ângulos, que frequentemente se repetem. O diretor de fotografia Jeri Sopanen opera um esquema padrão de plano/contra-plano conforme a fala seja de um personagem ou do outro, geralmente mantendo no quadro parte do corpo daquele que observa, denotando seu interesse. Ocasionalmente os planos ficam mais fechados, capturando algum deles em close quando se torna mais importante destacar a maneira como o mesmo é afetado emocionalmente pelo seu relato ou reflexão. E planos de conjunto são adotados quando o efeito é retornar a um ponto zero, geralmente quando o diálogo será interrompido por um dos garçons ou quando um assunto se encerra para dar início a outro. Não vemos o outro lado do salão e os demais clientes a não ser em momentaneamente, através de um espelho. No geral, Malle parece sugerir uma teatralização do encontro e ao mesmo tempo o próprio desajuste e isolamento do diálogo em questão perante o ambiente em que se desenvolve. 
Em um filme que é sobre Teatro e se perfaz teatralmente – mas sem deixar de ser Cinema –, tem um pé na literatura e filosofia existencialistas e critica muitos dos costumes pós-modernos, Malle faz algo esteticamente bem diferente de seus trabalhos anteriores, alcançando uma profundidade interessante com um orçamento mínimo ($475.000). E até, em certo sentido, um movimento – a limitação do ambiente não é empecilho para que o diretor nos faça viajar para muito distante pelas falas destes dois singulares personagens.



indicação de páginas para os estudos de amanhã (02 de maio) "O discurso cinematográfico"

Estimadas/os estudantes, colegas, amigos/as
Para amanhã, peço que leiam o tópico B "O modelo de Andre Bazin"que está nas páginas 79 a 89 do livro O discurso cinematográfico.
Esta leitura será fundamental como complementação da leitura do texto informado na última postagem, sobre "Uma noite com ela".
Desejamos um excelente final de feriado e que tenhamos um ótimo encontro amanhã.

"MINHA NOITE COM ELA" - Eric Rohmer

Texto de estudo para o debate: http://aim.org.pt/atas/pdfs/Atas_VII_20_Garcia.pdf






"MINHA NOITE COM ELA"


Eric Rohmer permite que o discurso seja cotejado pela imagem

INÁCIO ARAUJO
CRÍTICO DA FOLHA

O título engana: "Minha Noite com Ela" (1969) sugere uma safadeza que esse filme não tem. Ou até tem, em parte, mas não aquela em que se pode pensar a partir do título.
Como é um filme de Eric Rohmer -o quarto da série "Contos Morais"-, a maior parte do tempo conversa-se. E como o protagonista-narrador (Jean-Louis Trintignant) é católico, a fé é central nas discussões com o amigo Vidal (Antoine Vitez) e mesmo com Maud (Françoise Fabian). A fé e, mais precisamente, Pascal, que o narrador renega por seu catolicismo intransigente.
Tudo aqui também diz respeito à sedução. Pois o narrador decidiu que vai se casar. E vê na igreja Françoise (Marie-Christine Barrault), a garota com quem decidiu casar, embora ela nem saiba de sua existência. E Maud pretende seduzir o narrador. Divorciada, livre, bela, ela tem tudo que um homem poderia querer -por uma noite, pelo menos. Mas transar com Maud seria, para ele, uma traição a seus sentimentos, à sua fé, a suas convicções amorosas.
No entanto, Maud é sedutora, e a dúvida é: o homem cederá ou não? Sabe ele, de fato, o que quer? Questão mínima, embora relevante. São assim os "Contos Morais": alguém tem uma crença; uma dúvida vem colocá-la em questão. Estamos no domínio da vida cotidiana, a mais normal possível, vendo à nossa frente pessoas também normais.
O narrador supõe que é possível viver em contradição (ter fé e amar as mulheres) sem deixar de ser católico. Isso implica se abrir à ambiguidade. E é disso, a rigor, de que trata o filme. Não apenas a suposta na questão imediata que enfrenta o protagonista, mas a outra que vai da palavra à imagem.
A maior crítica que se fez durante um bom tempo a Rohmer foi a de que seus filmes eram tão literários que nem precisariam ser filmados. Mal-entendido típico, que se abate sobre filmes em que se fala muito. Talvez seja possível ver de outra forma: o que se fala não conta tanto quanto as fendas que o discurso revela, sua capacidade de ser cotejado pela imagem.
Porque as imagens são, aqui, o discreto fundamento de tudo. Imagens que se devem, no caso, a outro mestre, Nestor Almendros.


Minha Noite com Ela
Título original: "Ma Nuit Chez Maud"
Produção: França, 1969
Direção: Eric Rohmer
Com: Jean-Louis Trintignant, Françoise Fabian e Marie-Christine Barrault

BLACK PANTHERS - HUEY (1968) de Agnès Varda

https://diplomatique.org.br/a-apropriacao-das-lutas-sociais-pela-industria-cultural/

Olá pessoal, há muitos materiais interessantes sobre esta produção de Agnès Varda e vários documentários sobre o movimento dos Panteras Negras, mas destaco estes a seguir.
Link do texto para debate no próximo encontro: Mariana Cesar Coral - Agnès Varda e os Panteras Negras: Primeira travessia


Publiquei abaixo uma tradução provisória (ainda em revisão) adaptada do texto original escrito em francês que está disponível em: <http://laboratoireurbanismeinsurrectionnel.blogspot.com.br/2011/10/les-black-panthers-dans-la-ville.html>


Abraço
Márcio


Panteras Negras | Guerrilha Social Urbana


Programa Black-Panther alimento livre



"Eu quero viver para a revolução, não morrer por ela"
(Naima Major, Black Panther de 1969)


"Devemos deixar claro para os jovens negros e moderados - se eles sucumbem às doutrinas revolucionárias eles serão revolucionários mortos."
(John Edgar Hoover, diretor do FBI de 1967)


Nos Estados Unidos, em 1967, dois eventos endossaram a divisão dos movimentos da comunidade negra: pela primeira vez na história americana, um Afro-Americano, Carl B. Stokes (1927-1996) [1], é eleito prefeito de uma grande cidade, Cleveland, Ohio; 1967 é também o ano da abertura do primeiro escritório Partido dos Panteras Negras em Oakland, Califórnia.


Entre combate institucional e a luta radical


Assim, simbolicamente, o ano de 1967 marca uma ruptura, um novo rumo para o movimento Negro (Black) [2], uma guinada na perspectiva até então predominante dos direitos civis e pacifismo exigido por Martin Luther King, em direção à ideia do Poder Negro (Black Power), que já estava ativo desde 1964 na luta por mais direitos civis: a busca do "poder" no sentido mais amplo — a justiça social. Isso os levará a um questionamento das ações legalistas da miscigenação "racial". Dois projetos estão em curso em 1967: os negros sob a ótica da burguesia reformista — bem integrados na sociedade e na classe média alta e os grupos que atuam para os despossuídos — pessoas que viviam nos guetos da grande cidades.

Agnès Varda, Panteras Negras de 1968 (acesse no link para assistir)

Concebida como uma vanguarda revolucionária, anti-capitalista, o Movimento dos Panteras Negras (em inglês: Black Power Party - BPP) procura libertar os negros de seu ambiente repressivo:


"Para nós é uma luta de classes, entre a classe trabalhadora proletária que reagrupa as massas e a minúscula classe que perfaz a minoria dominante. Os membros da classe trabalhadora, independentemente da sua cor, devem unir-se contra a classe dominante que oprime e explora. (...) Acreditamos que liderar uma luta de classes e não apenas uma luta racial ."
A linha mais importante do BPP — a de Huey Percy Newton e Bobby Seale — é a da unidade em uma classe de trabalhadores brancos e negros, embora houvessem vozes dissonantes que não concordavam com a primazia da luta pelas "minorias de cor" porque eles se recusavam associar com os "brancos".

Uma praia perto de Capetwon, África do Sul (Keystone/Getty Images)

O BPP foi um movimento multi-performático, atravessado por vários viesses, em que revolucionários e radicais reformistas vão competir para determinar o curso político da ação. Mas, ao menos por um tempo, a corrente marxista-leninista foi predominante. Ideologicamente, o BPP se apresenta como um partido nos moldes marxistas-leninistas, adaptado às exigências da sua condição e no seu tempo; sabendo que, em 1968, muitas organizações e indivíduos exibiam abertamente suas convicções políticas radicais marxistas, incluindo, é claro, um "salão revolucionário."




O EUA é considerado ambivalente: a sociedade de classes capitalista e racista, onde o lucro é o motor do modo de produção. A sociedade decadente na fase do capitalismo monopolista estatal. O racismo não é uma forma isolada decorrente da "maldade" dos brancos, mas advém do capitalismo que divide os trabalhadores, que opõe um grupo ao outro (a regra é fragmentar as lutas), pervertendo a luta de classes como uma luta entre raças, e, assim, ajudando a perpetuar o sistema. O BPP utiliza a tese do Black Power da "colônia no país mãe", evocando a ideia da "colônia descentralizada" — por causa da dispersão dos guetos. A polícia é considerada um "exército de ocupação" para garantir a opressão dos negros; prisioneiros negros são considerados como presos políticos. O BPP defende o conceito de unidade da América negra e uma nação dentro da nação que também reconhecia outras minorias segregadas (latinos, porto-riquenhos, indianos...). No entanto, a definição é ampla: os trabalhadores "brancos" são considerados "colonizados", devido à sua posição no capitalismo.

A luta BPP para o socialismo, como utopia a ser realizada era:
  • o desaparecimento do imperialismo mundial;
  • a abolição da propriedade privada dos meios de produção;
  • o foco nas necessidades das pessoas e não nos lucros;
  • o controle da produção e distribuição riqueza social;
  • co-participação em todos os processos sociais;
  • a exploração fim e trabalho alienante;
  • a abolição do estado.



Estas são as principais características empreendidas na luta dos Panteras Negras — o que não excluía alguns pontos de vista menos radicais conforme chegavam novos ativistas com propostas consideradas apenas como assistência social. Na verdade, o que une os vários antagonistas dentro do movimento são medidas tomadas nos guetos para servir o povo, mais particularmente o lumpemproletariado das "colônias" como categoria negligenciada pelos estudos marxistas.

O lumpemproletariado definido com muita precisão como aqueles que não estão ligados diretamente com os meios de produção e as disposições da sociedade capitalista, trata-se do exército de desempregados reserva "estrutural" que quase nunca trabalharam formalmente, sem formação mínima, e que dependem de assistência social para sobreviverem. Assim, estão integrados como "criminosos", "ladrões", aqueles que não querem ou não podem trabalhar, ou simplesmente odeiam trabalhar. Se a oposição dos trabalhadores/lumpemproletariado está clara na "pátria-mãe", nas colônias há muitos mais conexões, relações, em que as fronteiras desaparecem. Como visto, a definição marxista de "lumpen" é revisitada e adaptada para o fato de que o lumpemproletariado-americano consiste em grande parte dos negros.



Emory Douglas / Black-Panther


Na história de lutas urbanas, o Partido dos Panteras Negras desempenha um papel importante, porque eles estão em bairros, e na maioria das vezes nas favelas e guetos, não conduzem suas ações em locais de trabalho, fábricas, como alvos das principais e tradicionais organizações marxistas. Ao contrário dos Sindicatos, eles preferem ir nos câmpus universitários onde fazem os recrutamentos de novos membros, a fonte fornecendo os primeiros membros e os membros que vão imaginar o modo de organização e da linha política do movimento; mas mais tarde, o recrutamento espontânea ou organizada também estará entre os moradores de favelas urbanas. E se o número de panteras nunca vai ser alto, a comunidade negra das classes médias e populares dar-lhes a maior simpatia, sensível a muitas atividades sociais organizados e implementados para assegurar melhores condições de vida e de segurança. O Partido dos Panteras Negras provavelmente nunca contados mais de 5.000 ativistas entre 1967 e 1971, mas sua aura tão amplamente ultrapassado a sua força numérica em cidades do interior privadas. Eles pediram a mais motivado, impressionou os tímidos, forçado a admiração de outros movimentos, as grandes personalidades da intelectualidade internacional [Jean Genet, Sartre, etc.], o mundo das artes e entretenimento [Bob Dylan, Marlon Brando, os Rolling Stones, etc;], e poderia contar com a ajuda eficaz em cada cidade, um exército de apoiadores.

Servir o povo!
Porque, na verdade, além das ações espetaculares, patrulhas de cidadãos Alerta Negro, o Partido dos Panteras Negras organizadas em bairros / guetos das grandes cidades, um verdadeiro programa social paralelo para superar a deficiência ou ausência de um dos governo: assistência jurídica, alimentação escolar para crianças dos guetos, associações de moradores, clínicas, distribuição de roupas, e é grátis. Mas também serviços de auto-ajuda, por exemplo, ao reparo da canalização recalcitrante ou DERAT um edifício. Os programas sociais que os Panteras Negras tinham o costume de nomear os programas de sobrevivência , como as dificuldades de todos os tipos assaltado a comunidade negra, como o racismo era tão desenvolvido nas mentes do WASP.


Panther Jerry Dunigan, conhecido como “Odinka”, serve café da manhã para crianças Programa Panther

No entanto, o objetivo final do Partido Pantera Negra não era para prestar assistência aos pobres, a ajuda que já foi proposto por dezenas de organizações que trabalham pacificamente para a integração das comunidades de cor na sociedade americana, ou as muitas instituições de caridade que financiou instituições de caridade. ações sociais do Partido dos Panteras Negras podem ser considerados como atos de propaganda pelo fato de, para a consciência de ter-não que eles poderiam organizar-se em conjunto e formar uma frente comum para enfrentar a discriminação do governo, ao capitalismo. De acordo Sundiata Acoli era uma política mais perto das pessoas, viver com eles, compartilhando seus problemas, e organizar para implementar suas próprias soluções para os problemas quotidianos que os afetados significativamente . A mesma atenção às necessidades da vida cotidiana e as necessidades diárias das massas que Lenin tinha mostrado em 1917 que considerados essenciais para os bolcheviques se não responder, mas saber as suas dificuldades diárias. Para o Partido dos Panteras Negras, se a luta armada defensiva é uma parte da solução, é inconcebível sem uma ação social e cultural longo, antes de engatar a muitos, ainda sob a influência do pacifismo de Martin Luther rei. Para dar a chance de uma revolução, ele deve primeiro servir o seu povo, construir a unidade através da propaganda e organizar as massas: servir o povo. 


Pequena-refeição gratuito para o programa Crianças

Nesse contexto politizado e organizacional, o famoso Abu-Jamal, [ex-pantera, ainda preso e condenado à morte], discute a estratégia do movimento: " Por natureza, os motins urbanos são inconsistentes e desorganizado. O Partido dos Panteras Negras queria acabar com esta confusão através da introdução de uma alternativa revolucionária, o que significava disciplina, projeto e auto-defesa. "Exército de auto-defesa: Dezenas de militantes mortos pela polícia entre 1967 e 1971, Malcolm X assassinado em 1965, Martin Luther King, Robert Kennedy: Como melhor dizer a violência da luta? Como justificar melhor a necessidade de auto-defesa?

Da mesma forma, o Partido dos Panteras Negras oposição aos grupos armados ultra-radicais praticando sabotagem, ataques à propriedade e as pessoas e que defendia a extensão da luta armada em um país onde a classe trabalhadora - faixa preta - era visceralmente contra qualquer idéia de comunismo ou o comunitarismo. Incluindo os meteorologistas, que o Partido dos Panteras Negras, envolvidos em atos desastrosos para todos os protestos.

Como naquela época na Alemanha Ocidental e Itália, a nova esquerda americana Depois do movimento estudantil, cansado de grandes projetos políticos globais, o discurso político-filosófico, iria levar a luta no chão diariamente e enfrentar a transformação imediata de relações sociais. Mas ao contrário do RAF, ou Brigadas Vermelhas emergente, o Partido dos Panteras Negras armar seus militantes não lutar, mas para se defender, mas os líderes do discurso, por vezes, parecer contraditório. Leia a entrevista de Eldridge Cleaver , um dos principais líderes do movimento.



Emory Douglas / Black-Panther


Partido dos Panteras Negras
O Partido Pantera Negra foi criado em Oakland, Califórnia, em outubro de 1966 por dois estudantes de Direito, Huey P. Newton e Bobby Seale M .; Um dos primeiros atos está escrevendo seu programa de dez pontos:

1. Queremos liberdade.
Queremos plena autoridade, definir o destino de nosso povo preto. Nós acreditamos que nós, preto, não estará livre antes que você pode definir-nos o nosso destino.

2. Queremos pleno emprego para o nosso povo.
Acreditamos que o governo dos Estados Unidos é responsável e deve garantir que todos tenham um emprego e um rendimento seguro. Acreditamos que se os homens de substância branca americano não nos dão o pleno emprego, em seguida, devem ser tomados os meios de produção para os empresários e dado ao povo, para que todos os membros do povo podem ser organizados e empregado e alcançar um alto padrão de vida.

3. Queremos que os nossos negros não sejam mais roubados [o homem branco] [capitalistas].
Acreditamos que este governo racista nos roubou e agora exigimos a dívida de "quarenta hectares e duas mulas." Quarenta hectares e duas mulas foram prometidos há cem anos como compensação por trabalho escravo e genocídio. Também tomamos como correspondência dinheiro que distribuímos em nossos muitos bairros. Os alemães estão agora ajudando judeus em Israel por causa do genocídio contra o povo judeu. Os alemães mataram seis milhões de judeus. O racista americano participado no assassinato de mais de cinquenta milhões de preto, assim que nós consideramos a nossa reivindicação como modesta.

4. Queremos uma habitação decente, digna.
Acreditamos que os proprietários brancos não dar aos nossos negros habitação decente, em seguida, as casas e as terras deve ser transformada em propriedade social, para que o nosso povo pode construir para o seu povo e proporcionar moradia digna com o apoio do governo .

5. Queremos educação, descobrindo a verdadeira essência da sociedade americana decadente. Queremos uma educação que nos ensina a nossa verdadeira história e nos fazer entender a nossa posição na sociedade de hoje.
Nós acreditamos em um sistema educacional que transmite ao nosso povo uma compreensão de si mesmo. Se alguém não tem uma compreensão de si mesmo e de sua posição na sociedade e no mundo, então ele tem quase perspectiva de entender outra coisa.

6. Queremos que todas as pessoas negras sejam liberados a partir serviço militar.
Nós acreditamos que nós, os negros, não deve ser forçado a lutar para defender um governo racista que não nos protege.
Nós não querem lutar ou matar membros de outros povos de cor, que são como nós enganados pelo governo branco racista. Queremos nos defender contra a coerção ea violência da polícia racistas e os militares racista, e isso quaisquer que sejam os meios [por todos os meios necessários] .

7. Queremos um fim imediato à brutalidade policial e assassinato de pessoas negras.
Acreditamos que podemos colocar um fim à brutalidade policial em nossos bairros negros, uma vez que estamos a organizar grupos de autodefesa preto, que dão a tarefa de defender o nosso preto comum contra a opressão racista e brutalidade da polícia. A Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos concede o direito de ter armas em si mesmos. Acreditamos e todos os negros devem ser armado para a auto-defesa.

8. Queremos a libertação de todos os negros que estão presos em prisões federais, prisões estaduais, município e cidades ou em penitenciárias.
Acreditamos que todos os negros devem estar livres de muitas penitenciárias e prisões, porque ele não foi dado um julgamento justo e sem viés-los.

9. Queremos tudo preto em debates judiciais são julgados por um júri que é igual ou vêm da mesma área preta, conforme exigido pela Constituição dos EUA.
Acreditamos que os tribunais devem ater à constituição, que são dadas aos processos judiciais justos pretos. A Décima Quarta Emenda da Constituição dos EUA dá a todos o direito de ser julgado por seu companheiro, isso significa o mesmo, o mesmo contexto económico, social, religiosa, geográfica, a mesma história e um mesmo ambiente racial. Assim, o tribunal será forçado a selecionar um júri do espírito preto da comunidade da qual o réu preto. Nós somos, e ainda vai ser sentenciado exclusivamente por um júri branco, que não tem entendimento para o "homem médio" do bairro negro.

10. Nós queremos terra, pão, habitação, educação, vestuário, justiça e paz; e como um dos principais objectivos da política de um referendo realizado pelas Nações Unidas em toda a colônia negra em que apenas os cidadãos negros têm o direito de participar; o referendo para decidir a perspectiva dos negros quanto ao seu destino nacional.
Quando está na história precisava de um povo para quebrar os laços políticos que estavam a conexão com outras pessoas, e tomar entre os poderosos desta terra a sua própria situação e iguais perante as leis da natureza e seu criador, em seguida, ele chama a atenção para a opinião medida da humanidade que nomeia as razões que forçam a cortar os laços.
Nós considere o seguinte verdades como evidentes: que todas as pessoas são iguais e equipado pelo seu criador com direitos inalienáveis; Estes direitos pertencem à vida, à liberdade e à busca da felicidade.
Por seu seguro existem entre os homens de governos, incluindo a justificação da violência vem da aprovação dessas autoridades; quando uma forma de governo é destrutivo sobre isso, então as pessoas têm o direito de alterar ou abolir esta forma de governo e estabelecer um novo governo; ele será construído na base e seus poderes serão organizadas na forma que está de acordo com ele o mais adequado para liderar a sua segurança e felicidade.
Ser inteligente não requer deseja modificar governos existente longa para pequenas razões e transitória; acordo com toda esta experiência tem mostrado que as pessoas tendem a suportar, como os problemas ainda são suportáveis, em vez de chegar a abolição das formas habituais de lei. Mas se há uma longa série de insultos e quebra a lei, que invariavelmente seguem os mesmos projetos, manifestou a intenção de apresentar uma dominação violenta total, então as pessoas têm o direito eo dever de agitar um tal governo e tomará novas medidas para a sua futura segurança.



Emory Douglas / Black-Panther


escritórios locais
A atividade Pública Pantera Negra começa com a abertura de um escritório, loja, em Oakland, Janeiro de 1967. Open Office não é trivial: o ato indica claramente a vontade dos dois fundadores registrar seu controlo na legalidade; é possível encontrar esta mesma forma de negociação política nos movimentos da Nova Esquerda na Europa entre a Provo e Amsterdam Kabouters e organizações na Itália, em particular Lotta Continua, que abriu instalações em Skid Row, realizada pela permanente habitam principalmente o bairro. O que tinha o dom de surpreender e surpreender os ativistas franceses visitar, mais retraído em sua ideologia.

Seale e Newton Hutton tinham juntado seu dinheiro e alugou uma loja por US $ 150 por mês. Foi uma localização ideal no coração da comunidade do norte de Oakland, a um quarteirão da Universidade Merritt. A maioria dos estudantes de Merritt, como Seale e Newton, eram moradores de Oakland. O quarto tinha uma mesa simples, cadeiras dobráveis, uma longa mesa, um quadro negro e cortinas vermelhas baratos nas janelas. À medida que as panteras não tinha máquina de duplicação, Hutton e Seale, ainda usado no centro anti-pobreza, fez cópias de seu programa durante suas noites. As discussões tiveram lugar nas reuniões oficiais nas noites de quarta-feira às 19 horas e aos domingos às 13 horas. Naquela época, Universidade Merritt - e academia - foi no renascimento intelectual completo, o campus se tornou um lugar de encontro para os filósofos, escritores, dramaturgos, artistas ou músicos. Esta propagação de energia na nova sede dos Panteras Negras. Huey queria tentar empurrar o sofá revolucionária que sinceramente queria mudar as coisas na comunidade negra para suas fileiras.

As primeiras duas semanas, cerca de vinte pessoas compareceram às reuniões. Alguns eram parte de outros foram meros seguidores, então, gradualmente, o escritório tornou-se um lugar onde os cidadãos de toda a comunidade negra, e não apenas um estudante, podia expressar suas queixas e News. Este escritório será em breve acompanhar de perto a polícia, mas, apesar de prisões contínuas e injustificadas, os Panteras Negras manteve seu escritório aberto. Pagar o aluguel das instalações ainda eram um desafio. Com a ajuda de Eldridge Cleaver, o partido começou a produzir panfletos sobre a organização e "mensagens" de Newton e Cleaver. Venda de panfletos, posters ou emblemas deu algum dinheiro. Os Panteras dinheiro ganhou seu emprego externo também foi usado para manter o partido à tona. Em segundo lugar, eles tiveram a clarividência de comprar comerciantes chineses uma carga de Pequeno Livro Vermelho de Mao Zedong, que vendiam no campus durante as manifestações.


Venda de pôsters de Emory Douglas


Depois disso, o movimento ficou mais alto e apoiadores comitês foram organizados dentro do campus universitário muito informalmente através de ativistas do movimento preto da Frente Unida, cujo número irá juntar-se os Panthers. O protesto dos Panteras Negras na frente e no Capitólio da Califórnia, em 02 de maio de 1967, contra um projeto de lei para regulamentar o porte de armas no Estado da Califórnia, irá contribuir significativamente para divulgar e expandir o ouvir, até muito locais para a organização. mídia do país tornou-se interessado em suas palavras e suas ações. Assim, várias seções são criados em grandes cidades, incluindo a Costa Leste, um em Jersey City (Maio 67) e outro em Newark (outubro de 67). O partido, que consiste de dois membros fundadores, em Janeiro de 1967, aumentou para 700 membros em Outubro de 1967. Escritórios abrirão em Los Angeles, Nova York e Detroit, cujo fundador ato é a criação de um local, aberto ao público [Janeiro 1968 em Los Angeles, abril de 1968 em Harlem e Brooklyn] em bairros negros e guetos. Portanto, tornou-se necessário para os fundadores de organizar estes novos membros. O partido foi dividido em capítulos para cada estado; em seguida, vem o ramo para cada grande cidade; em seguida, cada ramo é dividido em seções,-se dividida em sub-seções. O Comitê Central é o órgão do partido. Ele consiste em um cargo político que define diálogo político. Na sua cabeça, o Ministro da Defesa, assistida pelo presidente do partido.


Em Oakland, o Partido dos Panteras Negras teve entre 1967 e 1973, uma dúzia de escritórios. O máximo foi o ano 1968, quando cinco escritórios diferentes estavam disponíveis para a comunidade. Em 1969, os Panteras log listas de 42 escritórios e centros comunitários em todo o país. O mesmo verão de 1969 vê a abertura de um escritório internacional dos Panteras Negras em Argel detidas por Cleaver, exilado, porque sob a influência de uma falsa acusação de assassinato.

Esses escritórios será, obviamente, o principal alvo da polícia, que está apostada em realizar incursões, pesquisas, inspeções, buscas, a destruição material, enquanto ativistas estão frequentemente presos ou mortos. Em outros casos, as instalações são queimados, são disparados alvo ou saqueados. Por exemplo, 21 de dezembro de 1968, a polícia de Denver invadiu o escritório BPP em busca de armas que não vai encontrar. Frustrado, a polícia queimar comida e roupas destinados para as férias dos pobres da comunidade. Enquanto isso, na costa oeste, Geronimo Pratt, ex-Vietnam militarmente fortalecer o escritório das panteras Los Angeles. Nem metralhadoras, helicópteros ou unidades de elite da polícia da cidade (SWAT equipes) chega a desalojá-los. Um total de 38 militantes do BPP foram mortos em 1970 seguintes invasões conduzidas pela polícia contra os escritórios do partido. A polícia simplesmente usados para justificar esses casos, a auto-defesa, juízes executar apesar da evidência esmagadora tão frequentemente notar muitos jornais importantes, incluindo pró-Nixon [presidente dos EUA].

De acordo Sundiata Acoli, que era um dos mais graves erros estruturais dos Panteras Negras. Membros do Partido que abertamente trabalhavam em escritórios, ou abertamente na comunidade durante o dia, poderiam ser as mesmas pessoas que levaram operações armadas durante a noite. Isso tem proporcionado a polícia com uma desculpa conveniente para fazer incursões em escritórios da BPP, ou nas casas de seus membros, sob o pretexto de que eles estavam à procura de suspeitos, fugitivos, armas, explosivos . Isto também resultou na Black Panther Party tomou a posição para conseguir um defensorias estacionárias. A clara separação deve existir entre o Partido da unidade armada legalidade e ilegal. Além disso, as pequenas forças militares nunca deveriam adotar, como uma tática geral, a posição de fazer defesas estacionárias de escritórios, casas, edifícios, etc.

As técnicas de propaganda
De acordo Sundiata Acoli, o BPP fez contribuições significativas para a arte de propaganda. Ele era inteligente o suficiente para estender sua mensagem e idéias através de seu jornal The Black Panther, seus comícios, conferências, slogan, cartazes, brochuras, desenhos, emblemas, símbolos (por exemplo, um punho fechado), grafite, julgamentos políticos e até funerais. O BPP também sabia que suas idéias se espalhar pelo uso muito inteligente da televisão dos media da classe dominante, rádio e imprensa.

Assim, poucos meses após o nascimento dos Panteras Negras, o London Times falou deles, em seguida, os repórteres americanos competiram para ter entrevistas com os líderes.


Emory Douglas / Black-Panther


O Pantera Negra: Serviço de Informação à Comunidade Negra

Mas muito rapidamente tornou-se necessário para o partido para lutar contra a desinformação ou a manipulação e mentiras disseminadas pela mídia WASP e para informar a população negra dos fatos; uma ferramenta para obter informações, bem como uma ferramenta de propaganda ativista, de acordo com David Hilliard: o poder do jornal não foi apenas para informar, mas para organizar. Se um irmão tem uma cópia, eu fiz um convertido em potencial.

A matança deliberada de Denzil Dowell é uma oportunidade para as panteras de publicar sua primeira edição de seu próprio jornal para explicar à comunidade o que realmente aconteceu. 25 de Abril de 1967, a comunidade se mobilizou para produzir o número 1 do The Black Panther, dedicado ao assassinato de Dowell.

A produção dos primeiros jornais foi feito com equipamento muito básico. A equipe foi composta por colaboradores que escreveram, foram escrever e fotografar. A venda do jornal deu um rendimento em dinheiro regular. O jornal foi vendido por 25 centavos, custou 10 centavos para produzir e distribuir, o partido ganhou 5 centavos para cada cópia vendida e os Panteras (nenhum dos que receberam um salário do partido) ganhou 10 centavos por jornais vendidos. O jornal ofereceu aos jovens da comunidade uma maneira de ganhar dinheiro. Muitas pequenas empresas dirigidas por negros colocados os anúncios desde os primeiros números.

Havia outros jornais radicais, "O Flatlands", "Oakland Post", "Berkeley Barb" e "Muhammad Fala", mas "A Pantera Negra" era diferente, porque deu conselhos práticos e legal sobre a forma para sobreviver na América racista. Os itens foram conciso e posições políticas não estavam camuflados por uma retórica vazia. Os Panteras atacar os inimigos claramente identificadas como policiais [porcos, porcos], mas eles também denunciou os líderes negros populares "galeria lickers de inicialização" - políticos negros locais para líderes nacionais como Bayard Rustin, M. Luther King Jr. ou Roy Wilkins. O jornal também publicou testemunhos, fotografias ou relatórios enviados pelas vítimas da brutalidade policial em todo o país. Eles chroniquaient a vida dos negros no exército, na escola ou na prisão.

Em março de 1969, o semanário Black Panther foi distribuído em 26 escritórios em todo o país. Em um ano, eles impressos mais de 105.000 cópias por semana. Enorme quantidade de jornal não-profissional. Na área de Los Angeles, todos os Panteras necessária para produzir e distribuir o jornal. Um ex-Pantera Assata, escreveu em suas memórias como eles trabalharam até de madrugada para classificar, rotular e embalar registos para carregamentos através do país cantando canções revolucionárias.

consciência política
Esta foi a principal obra do Black Panther Party: despertar a consciência das massas, trazê-los para a festa. Os principais líderes e teóricos será rapidamente mortos ou condenados à prisão pesada, ou no exílio [Cuba, Argélia], mas eles lançaram os alicerces vai acolher uma multidão de debates, jornadas de conscientização política, palestras, oficinas, reuniões, etc. organizado pelo escritório.


Kathleen Cleaver, lors d'un encontro

Defesa pessoal: As Patrulhas Negro Cidadão alerta

Self Defense : a resposta contra a agressão, humilhação, linchamentos, assassinatos, que foi apresentado para as gerações da comunidade negra. Uma idéia de Malcolm X, tomada pelo Partido dos Panteras Negras que irá diferenciá-lo da maioria das organizações negras que o precederam, amplamente aceito e apreciado, de acordo com o testemunho da comunidade negra.

Sua principal arma era um rifle M-1 e uma pistola 9mm, oferecido por um revolucionário japonês, para que eles "podem começar a preparar o povo para a luta revolucionária."

Na primeira, as panteras têm como atividade principal a demonstração de força. Agora, os membros, após o treinamento, estão em encontros armados, servir como guarda-costas para personalidades famosas, a intenção de fazer a polícia entender [porcos] Eles agora têm os meios para se defender. As forças policiais, mas também a multiplicidade de grupos armados organizados racista ou nazista, que não hesitou em algumas áreas para aterrorizar a comunidade negra, a não ser tão genuinamente preocupado pela polícia e da justiça. Da mesma forma, eles asseguraram, em alguns bairros, a protecção dos habitantes de ataques por quadrilhas - preto ou branco - negociantes drogas pesadas [considerados instrumentos anti-revolucionárias no serviço do governo] ambicioso demais ou mesmo em Nova York, contra o desenvolvimento de certas actividades da poderosa máfia italiana [drogas, prostituição, extorsão].



Uma das primeiras ações Panthers vai organizar patrulhas de cidadãos Alerta Negro -Patrouilles cidadãos alerta de resposta sensata noirs- ao sétimo ponto do seu programa: " Exigimos o fim imediato a brutalidade policial e assassinatos de negros ." Os Panteras Negras são baseados ações equivalentes realizados no verão passado no bairro de Watts na Califórnia. Patrulhas foram organizadas por equipar veículos [pronunciadas: Proteger e sobreviver ] scanners para ouvir e seguir os carros de polícia. Equipado com livros de direito e gravadores, patrulhas a certeza da legalidade de cada intervenção das forças de segurança. Os Panteras Negras adicionar um item à faixa inicial do grupo de Los Angeles, armando participantes de patrulhas. O objetivo do grupo é, no entanto, permanecem no âmbito estrito da lei.

O BPP apresenta alguns dos princípios leninistas de organização dos "quadros", que são de acordo com Newton: "Em um sistema como este pode resistir com uma estrutura organizacional ainda mais fortemente disciplinada e estruturada." O que está rompendo com o Black Power original, movimento popular negando a organização considerada "burocratização". Tais divisões um exército e notas são constituídas:

- Capitão (coordenador, responsável por verificar se as responsabilidades são tomadas)
- tenente (segurança)
- Sergeant (chefe de departamento)
- Corporal (chefe de sub-serviços)

pantera regular tem nenhum treinamento, Buck Privada (recruta) estava em treinamento, privados (particulares) foi uma pantera que tinha terminado a sua formação - 6 semanas de escola política do partido. Os membros trabalham depois constantemente politicamente e precisa todos os dias para saber sobre a situação política atual. Os membros recebem treinamento sobre os direitos constitucionais básicos para prender e transportar armas e treinar para lidar com armas. Num outro desenvolvimento, cursos são ministrados aos ativistas para fazer coquetéis molotov e outras técnicas de guerrilha urbana. Existem 8 regras (retirados do Pequeno Livro Vermelho de Mao, nas passagens do Exército Popular de Libertação)


1 - educadamente falando
2 - realmente paga o que você compra
3 - sempre faz o que você pedir emprestado
4 - paga por tudo o que você danificado
5 - não bater nas pessoas, não insultar
6 - não quebrar a propriedade ou colher as massas pobres, oprimidos
7 - não tomam liberdade com mulheres
8 - se tomarmos prisioneiros, não maltratar

E três regras principais:

1 - obedecer às decisões em tudo que fizeres
2 - não prendê-lo a uma única agulha ou um fio das massas pobres e oprimidos
3 - dá tudo o que foi levado para o inimigo atacou



Seguro: Idosos Contra um programa Temerosos Ambiente
membros do partido também respondeu às consultas dos idosos que exigiam proteção contra ataques quando eles foram para descontar sua segurança social ou seus cheques de pensão. Suas queixas apresentadas nas esquadras da polícia se reuniram com desprezo e indiferença. Assim, o Grupo organizou o Programa sênior contra um ambiente assustador (Idosos Contra um programa Temerosos Ambiente - SAFE). A SAFE ofereceu serviços gratuitos de transporte e de escolta para os cidadãos seniores no início de cada mês. Este é um ponto - agora - de grande importância considerar os idosos como outra forma potenciais ativistas, mas como pessoas que podem pregar em seu favor. A mesma atenção tanto humana como propagandaire, encontra-se em torno do mesmo tempo nas organizações da Nova Esquerda em Amsterdam e Itália.

Servir o povo
Servir os povos : Comunidade organizar programas sociais - de sobrevivência-programas em zonas desfavorecidas, o Partido dos Panteras Negras foi capaz de beneficiar do Have-não -jeunes sem futuro, desempregados de longa duração, os trabalhadores explorados, aposentados miséreux- e os estudantes que desejavam além da retórica à ação, uma grande influência e um enorme capital de confiança e simpatia; lenda se espalhou muito além das fronteiras do país para alcançar os movimentos da Nova Esquerda e intelectuais marxistas em todo o mundo.




Black Panther-almoço gratuito para o Programa Crianças





Há poucas áreas da vida diária dos pobres ou de classe média que vivem em guetos, educação, renovação de habitação, dos quais o Partido Pantera Negra não tem funcionado. A abordagem fundamental, registrar-se no longo prazo para levar a população negra na construção de um futuro colectivo que não só é a miséria e desilusão. Anos mais tarde, o governo vai estabelecer programas semelhantes, como pequenos-almoços gratuitos nas escolas, a cobertura de cuidados de saúde para mais de 65 anos, a proteção contra despejos de inquilinos pela adoção de procedimentos legais, etc.

O financiamento para esses programas foi amplamente baseado em doações de cidadãos - ricos ou pobres - as pequenas empresas, em campanhas de sensibilização, a venda de sua semanal e assistência de fundações filantrópicas. O que pode parecer surpreendente na Europa, é bem reconhecido nos EUA como a filantropia desenvolvido lá para a medição de proteções sociais baixas implementadas pelos governos estadual e federal. Uma rápida comparação em áreas como a investigação e educação, ambiente, saúde ou políticas sociais, financiado na Europa pelos Estados, são em grande parte apoiado os EUA por fundações e doações privado. O chamado terceiro setor em que os EUA querem independente e pluralista, com este sistema de financiamento que visa o investimento privado a serviço do bem comum.

Praticamente, enquanto os vários capítulos receberam instruções da sede nacional dos programas de sobrevivência linha geral, eles também livre para criar programas locais para melhor atender às necessidades específicas de um distrito.
Praticamente, a polícia interveio sistematicamente para evitar que estas obras. Em Nova Jersey, a polícia invadiu uma fábrica de roupas que pertenciam a negros e cujos lucros foram para as panteras; sob o pretexto de procurar armas, eles destruíram totalmente vale US $ 20 000 máquinas. Em todas as cidades onde as panteras distribuir comida para os filhos dos guetos, a polícia organizou ataques a igrejas e lugares onde as refeições foram realizadas, destruindo equipamentos e jogando comida.

Pequeno-almoço gratuito para o Programa Crianças (FBCP)

Os programas mais conhecidos sociais BPP foi lançado em janeiro de 1969, em Oakland, o pequeno-almoço gratuito para crianças , um programa de pequeno-almoço gratuito para 35 crianças. Em menos de uma semana eles vão para 110, ação que será reproduzida nas comissões do país; 1 de abril de Chicago no programa de pequenos-almoços gratuitos alimenta 83 crianças, 1.100 semanas mais tarde. A demanda é alta, o princípio é simples: os pequenos-almoços são distribuídos para crianças de favelas antes de irem para a escola. Inicialmente dada nas escolas, então eles vão ser distribuídos para as famílias, para garantir uma ação de propaganda. Da mesma forma, o programa de alimento livre , era distribuir comida de graça para as famílias mais carentes.






Estas boas obras ainda inocentes será a parte do vandalismo polícia; Assim, por exemplo, em 3 de Abril 1969, Des Moines, Iowa, a fonte agitação BPP local, incluindo as preparações para o pequeno almoço. A estratégia da Hoover era simples: cortar a circulação dos cidadãos, criar terror por toda parte.

Escola de libertação
Escolas de "libertação" [Escola de Libertação] são organizadas para garantir uma formação política para as crianças, ensinando a história dos negros americanos. O Instituto da Juventude Inter foi criado para alfabetização de adultos.

Black Panther-Libertação School, 20 déc. 1969, San Fransico, Califórnia 

Clínicas e centros médicos

Em junho de 1969, as panteras Oakland abriu a primeira clínica de saúde gratuitos em Berkeley. Centros médicos abrir no mesmo ano em Los Angeles e Seattle. Eles receberam ajuda de médicos, enfermeiros e estudantes de medicina credenciados que deram o seu tempo para essas clínicas. Alguns hospitais concordaram que os médicos podem usar seus laboratórios para análise.

Mas os Panteras sentida eles devem não apenas depender dos outros para realizar o seu programa. Eles, então, incorporou o Partido do processo de iniciação da formação em primeiros socorros e alguns foram credenciados hospitais para administrar vacinas contra a poliomielite para exames de sangue e testes de anomia falciforme. Ao contrário do pequeno-almoço gratuito para crianças , centros de cuidados necessários altamente qualificados e altamente equipamento técnico, e caro. Portanto, alguns ramos pouvainet investido para desenvolver este programa. Os Panteras trouxe a atenção do público sobre a anemia falciforme, uma doença afetando principalmente os jovens afro-americanos. Em 1971, o Partido criou o Research Foundation AHF, um programa em escala nacional que foi projetado para realizar testes e informar a sociedade sobre esta doença.

Esses centros não foram poupadas pelos ataques: a clínica Boston limpou tiros 13 vezes.

A Winston-Salem, Carolina do Norte, membros do Partido adicionado um programa de ambulâncias livres ao seu programa médico. Um serviço de ambulância adequada era um problema nas comunidades negras em todo o país. Hospitais se recusou a enviar ambulâncias em certos bairros, ou estava cobrando este serviço a um preço elevado. Os Panteras queria mover as pessoas em boas condições e com um técnico médico experiente. O Partido foi capaz de fornecer este serviço através do Programa Especial de subsídios da Convenção Geral da Igreja Episcopal Nacional.

habitação
De acordo com o Conselho Metropolitano de Habitação , em meados da década de 1960, cerca de 25% dos proprietários cobrada uma renda mais elevada do que aquela que foi fixado por lei. Muitos grupos mobilizados em Harlem durante a década de 1960, para exigir melhores escolas, empregos mais bem remunerados e moradia digna. Alguns foram pacíficas, enquanto outros defendiam a violência. No início de 1960, o Congresso da Igualdade Racial (CORE) tinha escritórios em 125th Street e serviu como mediadores entre a comunidade ea cidade, especialmente em tempos de agitação social. Em janeiro de 1966, em Chicago, o rei afirma que "favelas de guerra" deve ser declarado. Em junho de 1966, o pastor havia lançado um grande projeto chamado de "cidade aberta" contra a discriminação em habitação, que está se tornando muito popular: em julho, uma grande multidão que se manifesta com ele em frente à Câmara Municipal. Também incluído neste movimento de escola e reivindicações a um rendimento mínimo. Para o BPP, o direito à habitação vai estar no centro das suas preocupações, tendo ou continuar uma luta de dezenas de organizações por vários anos ou mesmo décadas. Este é o ponto 4 do seu programa:

Queremos uma habitação decente, digna.

Acreditamos que os proprietários brancos não dar aos nossos negros habitação decente, em seguida, as casas e as terras deve ser transformada em propriedade social, para que o nosso povo pode construir para o seu povo e proporcionar moradia digna com o apoio do governo .
Assim, na edição de junho 1969 do jornal BPP deu uma conta de favelas e seus proprietários nas grandes cidades. No final dos anos 1950 e início dos anos 1960 em Nova York, Harlem foi abalada pelo movimento de rendas greves, conduzida conjuntamente pela ativista local Jesse Grey , o "Congresso da Igualdade Racial", o Harlem Juvenil oportunidades ilimitadas e outros grupos. Estes grupos queria forçar os proprietários para melhorar a qualidade da habitação, fazendo com que eles a tomar medidas contra ratos e baratas, para fornecer aquecimento durante o inverno, e para manter rendas em níveis aceitáveis.

Em abril de 1968 Martin Luther King foi assassinado e repressão contra o Partido Pantera Negra é desencadeada, mesmo que se passou último ato de dispositivo de-segregação na habitação (lei de habitação Fair). Mas é claro que, na realidade, a ségrégration em habitação contra tudo o que não é WASP fortalece. Assim, as outras associações lados, os Panteras terá as mesmas ações: consciência colectiva aluguer greves, organização inquilino, a pressão sobre os proprietários, ações contra despejos, para a deslocalização, etc. E organizar vários serviços: encanamento, reparo, serviço de inspeção contra pragas, extermínio de ratos e baratas, etc.

desemprego

O BPP abordado o problema da elevada taxa de desemprego na comunidade através da criação de um programa e uma rede de informação gratuita sobre o emprego. Eles montaram um escritório, foi buscar empregos na comunidade e encorajou os empregadores para criar postos de trabalho sempre que possível. Os Panteras obtido listas de postos de trabalho para as agências governamentais estaduais e locais. Eles também deram conselhos para ajudar as pessoas a fazer contatos com potenciais empregadores. Eles pensavam que "todos têm o direito a um emprego, não só para garantir a sua sobrevivência, mas também para um padrão de vida decente."

Programa de roupa grátis
Os Panteras Negras organizou o programa livre vestuário, pedindo, por exemplo, plantas diferentes dão estoque desatualizado ou por coleções de organização. As doações podem ser consideradas contribuições de caridade. Após a prisão de David Hilliard, foi lançado um programa: os "sapatos grátis Programa David Hilliard." O programa obteve reduções de preços por parte dos supermercados. De tempos em tempos, o partido também receber lojas de roupas livres.


Emory Douglas / Black-Panther


O FIM

O esforço feito desde 1967 por Hoover, chefe do FBI, para esmagar, literalmente, o Partido dos Panteras Negras, é vitorioso: a partir de meados 1967 a meados de 1969, 28 Panthers foram executados, centenas presos, centenas esperou para ser julgado, então não podíamos provar que um único pantera é ferido ou matado um policial. Além disso, em 1969, o BPP se expandiu e tem mais unidade e coesão, torna-se um encontro de grupos locais. Newton está na prisão, no exílio Cleaver, os novos membros são mal treinados. Os infiltrados e provocadores estavam se reunindo, a polícia constantemente atacado infra-estrutura do partido. É por isso que em janeiro de 69 a festa é a limpeza. Há mais de 1000 Panthers que vêem seu status posta em questão, alguns líderes que deixam o partido ou criticam a aliança com os brancos e cortar o resto dos movimentos negros, outros denunciam "dogmatismo" e os métodos autoritários da organização.

Em 1971, o partido tem sérias lutas internas entre os líderes sobreviventes, a comunidade está dividida, o cuidadosamente mantida pela paranóia da polícia cria uma atmosfera venenosa entre militantes. Além disso, o Partido dos Panteras Negras foi formada em 1967, um exército de assistentes sociais, bem organizado, perto dos serviços sociais de governos locais, que assinaram, se não o fim, mas o tempo dos grandes líderes carismáticos. A separação entre a ação política, atividade ilegal, serviços sociais, o acesso ao poder e a busca de identidade tornou-se turva e contraditória.

Para os Black Panther Party dois caminhos opostos, em seguida, se aproximando, a institucionalização do movimento ou o seu oposto, o caminho da luta armada no subsolo.

A divisão é expressa pelo telefone 21 panteras presos desde 1969 assinando um texto crítico "New Morning - mudança do tempo" , em referência aos meteorologistas . Eles chamam para a formação de grupos armados, a necessidade de unidade dos grupos étnicos com a luta armada revolucionária branco no processo: "Nós no Terceiro Mundo deve necessariamente destruir esta sociedade cibernética altamente automatizado ou ser destruído por ele - agora. " A direção do BPP é criticado por sua incapacidade de tomar contra-revolucionária campo da luta armada. Dois líderes históricos irá enfrentar: Newton e Cleaver.

Entre suas diferenças ideológicas incluem as relativas à "lumpemproletariado" considerado por ambos como a classe mais explorada e ter um papel de liderança na revolução: esta classe é a base do BPP. Para Cleaver houve divergência de interesses entre o "lumpemproletariado" e da classe trabalhadora, os interesses não conflitantes, mas para prevenir agora uma luta comum. Ele tinha sido muito interessado na cultura da juventude branco e viu como um possível parceiro. Newton, pelo contrário, há identidade comum de interesses "lumpemproletariado" e a classe trabalhadora deve formar um partido "consistente proletária" e focado na luta de classes. Da mesma forma, a guerrilha urbana é uma questão central. Alguns acheminaient-los com textos fechar o pequeno manual de guerrilha urbana Carlos Marighella. Cleaver sentiu que deveria ir de metro, porque a repressão é muito forte e havia uma grande simpatizante base preta. Ele queria organizar uma frente revolucionária norte-americana unindo revolucionários de todos os grupos étnicos, organizando uma frente político-militar. Newton defendeu o legalismo contrário, isto é, a atuação massa organização legal dentro da comunidade-Programm, trazendo toda a assistência social para necessidades urgentes guetos, e para ancorar o mais profundo que a vincular a ajuda material para o trabalho político.

Portanto, o BPP começou uma guerra fratricida entre os partidários de um caminho revolucionário e aqueles que defendem meios legais, reformista e pacífica. A tendência Cleaver desapareceu rapidamente. Newton, que dirige o BPP moribunda , organizou uma série de expurgos para expulsar os infiltradores e aqueles que discordavam, incluindo Bobby Seale, e Pratt descartada por suas críticas e sua "tentativa de" eliminar fisicamente Newton. Cleaver (então na Argélia), critica a linha e exclusões Newton; Newton toma medidas disciplinares contra Cleaver. 08 de março de 1971, Robert Webb, pró-Cleaver foi morto depois de uma briga com fornecedores O Pantera Negra . O escritório BPP Nova York, na verdade sede tendência Cleaver, acusando Newton. O e 17 de abril, um torcedor de Newton, Samuel Napir, foi encontrado morto. Da mesma forma, o geral tem base de ataque na direcção de Newton como "burocráticos" e manifestações "autoritários" contra a centralização antidemocrático. Obviamente, o FBI está ativamente envolvido em uns contra os outros.

A ruptura é. O partido implode, mas de morrer, ele tenta sobreviver e t entre 81 e 83 todos os desaparece.

Exército de Libertação Negra
O Exército de Libertação Negra (BLA) foi obtido a partir da experiência de repressão maciça contra o BPP. estruturas clandestinas foram formados para proteger aqueles que se esconderam. Não havia nenhuma estrutura centralizada, mas as células autônomas pequenas, muitos em algumas cidades. Em 1973, a maioria das células foram destruídas, a maioria dos combatentes mortos ou presos. Em meados de 70 é restos solidificados do BLA BLA-by-Coordenador Comitê. Uma minoria formou sua própria organização 78, a Força-Tarefa Armadas Revolucionárias com o apoio do ex-Weathermen. Em 20 de outubro de 1981 militantes do Exército de Libertação Negra e os radicais brancos Weather Underground atacou um Brinks transporte de valores van. O roubo de disparo e que se seguiu vai resultar na morte de dois policiais e um transportador. Esta desligar uma segunda onda de repressão contra ativistas em US movimentos de libertação preto, ativistas porto-riquenho da independência e militantes radicais brancos. Até 1985, várias dezenas de ativistas, ilegais ou não, foram presos e alguns como Sekou Odinga (BLA) ou Marilyn Buck (SDS-BLA) são consideradas sob os RICO (influenciado Organizações Corruptas Racketeer) aprovada pelo Congresso em 1970 para lutar contra o crime organizado.

Um partido político

A festa está quase a terminar em 73, mas Newton está tentando continuar o Programa Comunidade , e para expandir o círculo de reconhecer o movimento homossexual eo movimento feminista como um possível parceiro político. Ele nomeou Elaine Brown para liderar o partido quando ele passou à clandestinidade. O capitalismo não foi fundamentalmente criticou a linha ideológica foi baseada na não-violência, o parlamentarismo, o trabalho social. ; capitalismo negro estava em um período de transição ajuda expandir o antagonismo entre a Comunidade oprimidos e dominação monopolista, como afirma Newton: "o que temos de fazê-lo: o reforço qualidades positivas do capitalismo preto até o ser negativo ultrapassado e, portanto, chateado a situação ". Em 1973, o forte apoiante co-fundador Seale de meios puramente políticas, decidido democraticamente conquistar a cidade de Oakland na corrida para as eleições municipais: pode apostar enquanto a população é constituída por 40% de negros e 12% de chicanos . Durante sua campanha, o candidato Seale disse: " Nós podemos fazer Oakland a primeira base revolucionária do país, tomar o poder nesta cidade, vamos poder ao povo ." Mas o Partido Pantera Negra sempre reclama de anti-capitalismo e apesar da moderação de cerca de Seale candidato para atrair a massa de moderada - preto ou branco-lo será uma derrota: somente 19,26% dos votos seu favor. Como mencionamos, as massas rejeitou qualquer ideia do marxismo, comunismo e anti-capitalismo. Por contras, Africano-Americano Tom Bradley, anti-Panther, será eleito prefeito e reeleitos quatro vezes em Los Angeles (1973-1993), com um programa mais consciente dos grandes trusts e da classe média que as classes populares, mesmo eleito Maynard Jackson em Atlanta em 1974.


Black Panther & Hippie

Posteriormente, a maioria dos serviços sociais será institucionalizado e muitos ex-membros do Partido dos Panteras Negras continuar pacificamente a sua ação nos municípios organizações relacionadas. Esta forma de integração da comunidade ou líderes políticos da comunidade negra foi criada, na década de 1980, por prefeitos democratas que favoreciam a promoção de elites negros em instituições municipais. Eles faziam parte nele na linha de da política de ação afirmativa (discriminação positiva), mas também buscou a paz social nos bairros povoadas pela minoria negra. Integração, que nunca levou a posições de poder real para os membros da minoria negra e certamente não na afirmação de um poder político no Conselho; e tem como limites ele permanece confinado aos desafios de um pequeno território de gestão: o único gerenciamento delegado de favelas, em parte, às associações, o que lhe permite assegurar a paz social. Este "de partilha de poder" refere-se de modo mais geral à natureza marginal das políticas implementadas nos bairros que permanecem desconectados da política urbana não resultar em um projeto de justiça social.

Emory Douglas / Black-Panther

artigos associados

Manutenção de Eldridge Cleaver John McGrath, 1970
http://laboratoireurbanismeinsurrectionnel.blogspot.com/2011/10/entretien-avec-la-black-panther.html


NOTAS
[1] Nascido em uma família negra e pobre de Cleveland, Carl Stokes poderia começar no entanto, depois de uma temporada no exército, um grau de lei permitindo que passe no exame da ordem em 1957 e ser nomeado procurador assistente de Cleveland, em seguida, a ser eleito para a Câmara dos Representantes de Ohio, em 1962. em 1966, Cleveland experimentou motins urbanos graves envolvendo confrontos com a guarda nacional. Torne-se uma personalidade da burguesia local, ele apoiou uma medida que autoriza o governador a enviar tropas militares como reforços. Em 1967, Stokes, candidato a prefeito, está em campanha para ganhar o voto branco de propostas moderadas. Apoiado financeiramente por um dos a maior região industrial e negros pobres na cidade, ele foi finalmente eleito. Sua eleição se tornou um símbolo não só para Cleveland, mas para os Estados Unidos. Ele trabalhou para dominar o racismo da polícia -e outros- branco com uma política de tolerância zero em relação à violência e agressão contra as comunidades de cor; mas não trouxe nenhuma solução quanto à sua sobrevivência econômica. Para muitos eleitores brancos, a eleição Stokes estava calmo o ardor de pessoas pobres na comunidade negra: isso não aconteceu, motins ocorrem em Glennville de Julho de 1968.

[2] Organizações
Southern Christian Leadership Conference (SCLC)
"Conferência dos líderes cristãos do Sul." organização política que Luther King é o Presidente, criado por elite negra do Sul em 1957 após o sucesso do boicote aos ônibus em Montgomery (Alabama). O partido luta por direitos civis por não-violência.

Student Nonviolent Coordinating Comittee (SNCC)
"Comité de Coordenação estudantes não-violenta." Criado em abril de 1960, em Atlanta (Geórgia) por estudantes e estudante favorável sit-ins políticos. O partido aparece como o principal defensor dos direitos civis. End 1968, abandonou seus princípios não violentos e muda o significado do "N" para defender o nacionalismo negro e se tornou Comitê de Coordenação Nacional do Estudante.

Black Power
"Black Power", um termo emprestado do livro de Richard Wright, escrito em 1945. Preto Movimento de energia lançado pela Stokely Carmichael (SNCC na cabeça em 1967). Black Power é um movimento radical que visa derrubar o poder branco para afirmar o poder dos negros.

Black Panther Party
Fundada em outubro de 1966 em Oakland (Califórnia) por Huey Newton e Bobby Seale, como o Partido dos Panteras Negras pela Auto-Defesa. É preciso uma orientação revolucionária e demandas do marxismo.

Nação do Islã
organização política fundada por Wallace Fard em 1931. Ele defende o separatismo, centra-se na "africanismo" dos negros americanos e o Islã como uma negros unificadores. Sob a influência de Malcolm X, a festa de cerca de 40.000 "Black muçulmanos" (muçulmanos negros) em 1964.

Nações Slaves
Ron Karenga e organização das Nações escravos, também afirma separatismo e latente racismo contra brancos, mas sem depender de religião.



TRECHOS

ESTRELA VERMELHA
História Black Panther Party
http://www.wmaker.net/arobaseeditions


FONTES
Sundiata Acoli
Uma breve história do Partido dos Panteras Negras e seu lugar no Movimento de Libertação Negra
www.sundiataacoli.org Via futurrouge.wordpress.com

Ashanti Alston
Os Estados Unidos nunca foi uma democracia
http://www.pyepimanla.com

Bobby Seale
Na vigia: História do Partido dos Panteras Negras e Huey Newton - 1972
Aid Red [site]

Panteras Negras Dossier
Artigo 11 [site internet]
"Servir o povo": cachée rosto la des Panteras Negras
http://www.article11.info/spip/Serve-the-people-la-face-cachee

Tom Van Eersel
panteras negras
edições Echappée - 2006

A Contresens [site internet]
A luta negra norte-americana desde 1960
http://www.acontresens.com/contrepoints/histoire/19_8.html

Mario Van Peebles, Ula Y. Taylor, J. Lewis Tarika
Panther - 1995

Marie-Agnès Combesque
O caso Abu-Jamal, como o FBI tenha liquidado os Panteras Negras
http://www.monde-diplomatique.fr

Emory Douglas
Ilustrações Partido dos Panteras Negras
http://www.ozartsetc.com/2011/03/16/emory-douglas-all-power-to-the-people/

James Baldwin (1924-1987)
Seu trabalho é marcado por sua experiência pessoal da pobreza no Harlem e o tema da discriminação é recorrente no Harlem Quartet . Em Notas de um filho da terra , publicado em 1955 , ele se referiu aos motins do mês de Agosto 1943.

Agnès Varda
BLACK PANTHERS
Tipo: política documentário, curta-metragem franco-americano por Agnès Varda, 1968 28 minutos.
Em 1968, Agnès Varda está instalado, com Jacques Demy, Califórnia. Naquele ano, ela decidiu plantar sua câmera em Oakland, perto de San Francisco, no meio dos ativistas do Partido Black Panther protesto exigindo a libertação de um de seus líderes, Huey Newton.

Jean-Luc Godard
1 + 1
Filme sobre a gravação de "Sympathy para o diabo" dos Rolling Stones em Londres, mas com cenas estranhas de Black Panthers de Londres.