Surreal

Surreal: E a história de uma menina que em meio às brincadeiras de infância nutre o sonho em se tornar uma ginasta e ir representar seu país nas olimpíadas , uma mistura de sonho realidade
Elenco:  Lavinia wendreus 
Roteiristas: Alexsandro Antônio
Barbara Oliveira 
Michel
Duração: 1 minuto

Amor ao atletismo

Enredo:
O vídeo Minuto CRIA retrata um dia da realidade de jovens que amam o atletismo e através desse esporte oferecido por um projeto social, que tem como objetivo principal, fazer com que os jovens ingressem na Universidade, conseguiram ter acesso a essa oportunidade que vai muito além das pistas e medalhas. Cursar a faculdade, ao mesmo tempo que as possibilitam de persistirem no seu sonho de serem atletas, lhes oferecem uma nova perspectiva de vida, que muitas vezes não era vista como uma possibilidade e acaba virando uma meta conjunta a vida de atleta.

Grupo: Camila, Igor e Islane



AMOR PELO CAFÉ


Enredo:
O curta-metragem cujo nome é AMOR PELO CAFÉ vai ser mostrado cenas da produção do café em uma fazenda no interior do estado de Minas Gerais na cidade de Lavras, na qual será visto imagens de como é produzido e manuseado o café. Também abordará um breve relato de uma estudante da Universidade Federal de Lavras(UFLA) chamada Natalia Aparecida que fala porque ela ama o café. O curta-metragem em si vai mostrar uma das grandes riquezas do Brasil e a paixão e carinho de uma estudante com a bebida preferida das manhãs, pois sem o café muitos não vivem porque o amor que elas sentem por ele não da para ser substituído por outra bebida. O curta AMOR PELO CAFÉ foi idealizado nas obras de Agnès Varda na qual suas fotografias, filmes e instalações abordam questões referentes à realidade no documentário.

Direção: Gabriela Pereira Botelho, Genaina Sueli Martins, Humberto Venâncio Oliveira Rodrigues
Local gravações: Lavras , Minas Gerais
Ano: 2018

O amor a rede social ultrapassando o convívio com os amigos

Giliarde Antônio dos Santos
Marco Antônio Junqueira Silva 
Pedro Henrique da Silva Coelho

Cada vez mais presenciamos o vício dos jovens com os aparelhos telefônicos, juntamente com as redes sociais é notório a falta de convívio entre as pessoas, não há mais diálogo entre elas. No primeiro caso percebe-se que um rapaz encontra seu amigo e o chama para andar de moto porém o outro está concentrado em suas redes sociais e acaba recusando o convite feito. Em outra cena vemos o desespero de um em querer estudar a matéria que ficou acumulada durante o semestre novamente fazendo o convite para que estudem juntos porém o aparelho telefônico mais uma vez se torna prioridade máxima na vida do rapaz. No último caso o mais grave e que ocorre muito no mundo em que vivemos, em uma roda de conversa entre amigos um único garoto sozinho em seu "universo", com o celular na mão deixando de dialogar com seu amigos, perdendo cada vez mais o convívio com os outro.

O BANCO


      

ENREDO: Dentre todas as emoções que um estudante alimenta, muito se fala da depressão e desespero ao terminar um curso/período. A presente curta-metragem conta a história de uma estudante que se encontra com uma colega para falar de seus problemas – de maneira rápida, pois a rotina é árdua – em um banco que serve de “ponto de encontro” para muitos diálogos de diversos estudantes.
         O banco representa um espaço para que os estudantes se encontrem, descansem, troquem experiências e continuem seguindo seu caminho. O banco muitas vezes não é percebido como um espaço aconchegante, mesmo sendo.



DIREÇÃO: Aline Cassiano, Kamilly Fernandes e Paloma Tavares.
DURAÇÃO: 1minuto
LOCAL DE GRAVAÇÃO: Universidade Federal de Lavras.

Amor puro


Nosso enredo começara, mostrando o carinho e o cuidado com a criação que o ser humano tem dês de uma criança ate um adulto , acompanharemos na filmagem o momento em que eles estarão tratando das aves , e amor e carinho que eles tem por elas , a cada imagem cada plano mostrado cada detalhe vamos conseguir mostrar  a convivência deles .
Michelly Sales Alvarenga
Higor Zakhia
Amanda Maria Mendonça 

O amor pelo futebol




É quartas de final da copa do mundo da Rússia e a seleção brasileira disputa uma vaga para a semifinal contra a seleção da Bélgica. Nesse cenário de festa e torcida, um grupo de amigos se reúnem em um bar da cidade de Lavras para assistir essa disputa que promete muita emoção. O local está lotado de torcedores e o torcedor Humberto passa a ser o retrato de várias emoções durante o jogo, demonstrando sentimentos que vão de desapontamento até o fio de esperança e fé.   


Gilton Wesley Sales
Ester Silva Costa
Matheus Pedroso Ferreira

Amor Interrompido

Giliarde
Marco Antônio
Pedro Henrique

Videos minuto lumiere

Sem teto, nem lei - Agnès Varda ( França, 1985)


Os mestrandos em Educação pretendem traçar algumas relações entre o filme e o texto, destacando as características do filme com o contexto histórico em que os temas feminismo e direitos humanos suscitam. Através da personalidade da protagonista há um desafio de refletirmos sobre o que é realmente ser livre.
Bons estudos!

Textos para o debate:
1) "Quando elas começam a filmar: feminismo, cinema e direitos humanos"
http://www2.faac.unesp.br/ridh/index.php/ridh/article/download/292/140  artigo da autora Ana Catarina Pereira publicado na Revista Interdisciplinar de Direitos Humano ( RIDH).
 2) "Imaginários em crise: Agnès Varda, feminismo e o pós-1968". https://seer.utp.br/index.php/i/article/view/110/81 artigo de Mauricio Caleiro
Outros Títulos:
Os renegados (Brasil)
Os desajustados (Brasil)
Sem eira nem beira (Portugal)
Vagabond (USA, UK, Suécia)
Senza tetto nè legge (Itália)
Sin techo ni ley (Espanha, Argentina)
Sem fedél, sem törvény (Hungria)
Bez dachu i praw (Polônia)


"Mas, se o melhor jeito de apresentar um objeto é admiti-lo enquanto pessoa, qual seria a forma adequada de se apresentar uma pessoa? Em Sem Teto, Nem Lei (1985), Varda responde essa pergunta fazendo o caminho inverso de O Leão Volátil. Mona, sua protagonista, existe enquanto personagem sim, mas talvez, principalmente, enquanto espaço. Sua figura errante, anti-psicologizada, quase desagradável, é vista sempre pelos olhos dos outros, os habitantes das regiões por onde ela caminha. Quando começa o filme, alguns jovens reconhecem seu corpo em um cartão-postal, e de certa forma é essa a síntese da função que Sandrine Bonnaire viverá durante Sem Teto, Nem Lei: modificar o ambiente já estabelecido, conservado. Os travellings que surgem na narrativa examinando a região e acompanhando a protagonista parecem afirmar que aquela mesma região agora é outra com ela, sua presença não pode ser ignorada. Mas não é presença de mulher, nem de animal, nem de coisa; é presença, simplesmente. Seu corpo antes desconhecido se soma ao ambiente, e isso basta. Mona é o Leão Volátil, é Zgougou, é a cidade de Paris. Mona é Mona. Esse conjunto de pessoa, objeto, ambiente e tudo o mais que nunca poderemos compreender por inteiro" (http://www.contracampo.com.br/83/artarquitetando.htm)


Algumas sugestões adicionais para reflexão:
http://thebelljarsgirl.blogspot.com/2016/03/critica-sans-toit-ni-loi-1985.html
https://trujillopatriciocinema.blogspot.com/2012/05/sans-toit-ni-loi-sem-teto-sem-lei.html